Como ensinamos
Primeiro falar, cultura sempre
O método é a razão de a escola existir: Ma Laoshi a fundou porque o jeito acadêmico de ensinar chinês produz estudantes que entendem o idioma mas não conseguem falá-lo. Nós o ensinamos ao contrário.
O princípio
Fale primeiro, aperfeiçoe depois
O ensino tradicional de idiomas se constrói sobre a compreensão: tabelas de gramática, tradução, reconhecimento. Produz estudantes capazes de analisar uma frase e congelar dentro de um táxi. Nossas aulas se constroem sobre a aplicação: desde a primeira aula você produz chinês em voz alta, e a gramática chega quando você já precisa dela.
Os marcos que fixamos para iniciantes: depois de cerca de 60 horas de aula você consegue sobreviver em Pequim — pedir, comprar, perguntar, se orientar; depois de cerca de 120 horas você consegue passar no HSK 2 (aproximadamente um A2) e avançar rumo ao HSK 3. Marcos rápidos e honestos, conferidos com exames reais e não com intuição.
A diferença
O idioma com a cultura incluída
Aprender rápido e com eficiência é o pilar de toda boa escola privada — isso, sozinho, não torna um método especial. O que nós acrescentamos é a cultura: filosofia, história, sociedade e etiqueta entrelaçadas com o trabalho de idioma, porque o chinês carrega sua cultura nos próprios caracteres.
É também por isso que a escola fica em Gaobeidian e não numa torre do centro. A aula de caligrafia acontece no estúdio de um calígrafo; o vocabulário do chá encontra chá de verdade; a vila é a segunda sala de aula. Entender o que você diz faz com que o que você diz fique.
As pessoas
Professores escolhidos pela atitude, formados além dos certificados
Todo professor de tempo integral tem diploma universitário e certificado de ensino, e traz pelo menos 2.000 horas de experiência em sala de aula — mas isso é o bilhete de entrada, não o trabalho. O que buscamos ao contratar é atitude: aquela paixão particular por explicar as coisas que faz alguém valer a pena como professor.
Os novos professores treinam depois com a própria Ma Laoshi, em cursos de acompanhamento que atravessam o ano. A parte favorita do trabalho dela, em suas próprias palavras, é ver um professor descobrir seu potencial adormecido — e ver seus estudantes descobrirem, como resultado, quão rápido o chinês pode ser aprendido.
A prática
Turmas pequenas, materiais reais, um plano
As aulas funcionam em turmas pequenas de quatro a oito, agrupadas por idade e nível, ou de forma individual. Você começa com um teste de nivelamento, e seu plano é construído de trás para frente a partir do seu objetivo — uma viagem de sobrevivência, uma data de exame, uma vaga universitária.
Os materiais são nossos: a escola escreveu seus próprios cadernos de escrita e de caracteres HSK 1–4, e seus cursos de cultura foram desenvolvidos aula a aula nestas salas. Dos cinco aos setenta e sete anos, o método já recebeu todo tipo de estudante — e ainda não conheceu nenhum que não pudesse aprender a falar.
Experimente o método no seu próprio chinês
Uma conversa de nivelamento não custa nada e diz quais são seus marcos realistas.